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A família dos Cichlidae ou Ciclídeos
Cichlidae
Imagem representativa da espécie
Classificação Científica
Reino:
Animalia
Filo:
Chordata
Classe:
Actinopterygii
Ordem:
Perciformes
Família:
Cichlidae
Distribuição Geografica

Os membros desta família de Ciclídeos ou Cichlidae, distribuem-se pela África, América Central e América do Sul.

De todos os peixes de aquário os membros desta grande família de Ciclídeos, é sem dúvida a que tem mais variedade. Tem muitas espécies, todas diferentes, em tamanho, nas formas, das cores e do modo de reprodução. Alguns são originários da bacia Amazônica, como Escalar ou Disco. Outros, como os Julidochromis de Africa, de um corpo cilíndrico.

 

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Vivem em cursos de água lentos e junto aos troncos submersos, pedras ou outros objectos que lhes ofereçam abrigo. Na sua maioria tem hábitos territoriais, pelo menos durante a época da reprodução. Estas zonas ou território onde vivem são protegidos contra qualquer intruso. Excetuando as Tilapias e algumas espécies que vivem em lagos são na sua maioria carnívoros, alimentando-se de pequenos peixes, de insectos ou das suas larvas e de vermes. Algumas espécies atingem tamanhos impressionantes. Para estes peixes será necessário um aquário específico. Outros podem bem viver em um aquário comunitário. Mas todos eles defendem ferozmente seu território durante a desova. Seus modos de reprodução são sempre fascinante observar.

As diversas espécies de Ciclídeos têm entre si diversos tipos de exigências, as quais devemos tomar em consideração quando se faz a decoração do aquário. As espécies originárias da América do Sul tole­ram os aquários com plantas e águas não duras, mas as espécies prove­nientes dos lagos Africanos têm ne­cessidade de grutas rochosas, da algas e de águas duras para apre­sentarem todo o seu esplendor. O aquário deve ser espaçoso e apresentar vários esconderijos, de grutas de pedra ou vasos. Convém que a luz seja quebrada por algumas plantas flutuantes. Os Ciclídeos são um pouco agressivos para com outras espécies e mesmo entre si, é por vezes difícil obter um casal a partir de exemplares adultos sobretudo em alguns Ciclídeos Americanos. A melhor forma para resolver este problema, é comprar um grupo de jovem e deixar que acasalem naturalmente.

A maioria das espécies dos ciclídeos se reproduz com facilidade. Alguns deles depositam os ovos em locais não abrigados, outros escondem-nos muito bem em pequenas grutas. Mas geralmente os ovos são colocados sobre uma pedra ou dentro de uma gruta e guardados pelos pais. Durante o tempo da incubação um ou ambos os reprodutores tratam de limpar os ovos de impurezas, retirando os ovos não fecundados ou os fungos e provocam a circulação da água junto da postura por meio de movimentos do corpo e das barbatanas. Em algumas espécies os pais segregam uma espécie de muco na pele que serve de alimento aos recém-nascidos. Há espécies que praticam a incubação bucal, principalmente os Ciclídeos Africanos. Neste caso os ovos, após a fecundação são apanhados pela fêmea, que os conserva na cavidade bucal até a eclosão. Os alevins são também guardados pelos pais durante um certo período. Quando os reprodutores são assustados durante a fase da incubação dos ovos sucede que, as vezes comem a postura. Isso pode ser evitado fazendo a incubação artificial.

Para isso, os ovos são colocados em recipiente a parte cheio com a mesma água do aquário e com um desinfetante geralmente azul-de-metileno, para que os ovos não criem fungos. Utiliza-se uma pedra difusora de modo a provocar uma ligeira corrente de água. Mas desta maneira se perde sempre o interessante espectáculo do casal de Ciclídeos acompanhados pela nuvem de alevins.

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Trichopodus trichopterus
Potamogeton Filiformis
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Uma paixão que já dura desde da década de 80, mais precisamente em 1983, o ano da descoberta do mundo da aquariofilia com o meu primeiro aquário de 60 litros, neste momento posso dizer que tenho um conhecimento médio/alto. Bio-Peixe Grupo no Facebook ou Facebook