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Categoria: Iluminação

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Os vários tipos de lâmpadas utilizado na iluminação do aquário

Para o aquariofilista principiante, é recomendável a utilização da lâmpada fluorescentes. Muitos aquários vêm equipados com uma tampa, na qual se monta as lâmpadas fluorescentes o que torna muito pratico. Já referimos que a iluminação desempenha uma função muito especial no aquário que tem plantas. As lâmpadas de tons quentes favorecem o crescimento no comprimento, as lâmpadas de tons frios favorecem o crescimento na largura. Se quisermos atender as exigências de uma luz natural para peixes e plantas, devemos escolher um tom médio. Podem ser combinadas, por exemplo com diversas lâmpadas fluorescentes.

Os vários tipos de lâmpadas de aquário

 

Nestes casos, qualquer estabelecimento especializado poderá ajudá-lo. O comprimento das lâmpadas fluorescentes dependera do tamanho do seu aquário (exemplo: comprimento do aquário 80 cm, lâmpada de 70 cm; comprimento do aquário 100 cm, lâmpada de 90 cm) A diferença de 10 cm é necessária para os refletores, no lado direito e no lado esquerdo. Falta esclarecer um aspeto que também é importante, a intensidade luminosa.
Recomenda-se 0,5 watts por cada litro de água do aquário. Para um aquário de 100 litro, significara uma intensidade luminosa de 50 watts. Num aquário devidamente acondicionado, a duração diária de iluminação deve ser de 12 – 14 horas. A ligação a corrente dos vários equipamentos devera efetuar-se pela seguinte ordem, aquecimento, filtro (bomba de ar) e iluminação. Um novo aquário instalado e acondicionado deve passar por uma ” rodagem ” de vários dias (sem peixes); pondo em funcionamento o aquecimento, o filtro e a iluminação. Desta forma as plantas têm tempo para enraizarem, e se estabelecendo uma vida orgânica no aquário.

 

 

Lâmpadas incandescentes

lâmpada incandescente emitem a luz, resultante do Os vários tipos de lâmpadas de aquárioaquecimento de um filamento de tungsténio encerrado numa ampola de vidro. Quanto maior for a temperatura a que se aquece o filamento, através da passagem da corrente elétrica; maior e a temperatura de cor emitida da lâmpada e consequentemente mais azulada será a sua coloração. De um modo geral, por razões técnicas e práticas, o aquecimento do filamento não ultrapassa certos valores e as radiações emitidas pelas lâmpadas incandescentes distribuem-se com mais intensidade entre os 750 e 1100 nm.

Esta predominância de radiações avermelhadas, muito embora também sejam bastante importantes para a realização da fotossíntese nas plantas, como não estão devidamente complementar pelas radiações azuladas, provocam nas plantas um desenvolvimento anormal. Assim, os caules alongam-se demasiado e as folhas também ficam mais esguias, em resumo as plantas desenvolvem-se mais em altura.

Por outro lado, este tipo de radiações sensibiliza pouco a visão humana, pelo que será necessário dispor de uma maior intensidade luminosa para conseguir obter uma iluminação agradável do aquário. As lâmpadas incandescentes emitem predominantemente radiações nos infravermelhos; desenvolvendo por isso muito calor, o que envolve certos cuidados especiais para a sua utilização em aquário. Por último, o consumo das lâmpadas incandescentes é francamente superior ao das fluorescentes para obter a mesma intensidade luminosa; o que será mais um fator a pesar no momento da escolha.

Os vários tipos de lâmpadas de aquário

Lâmpadas de mercúrio de alta pressão

Graças ao seu bom rendimento luminoso e a sua rentabilidade, utiliza-se cada vez mais na aquariofilia, sobre tudo em aquário de águas salgadas. Além disso, oferecem a vantagem de perderem menos intensidade luminosa do que as lâmpadas fluorescentes, como exemplo.

 

 

Lâmpadas fluorescentes

Vieram substituir as lâmpadas eléctricas convencionais e actualmente são utilizadas como fonte de luz para a maioria dos aquariófilos. No entanto, depois de um certo tempo de utilização, de vários meses, vão perdendo a sua intensidade luminosa, o que devendo as substituir de vez em quando.

Os vários tipos de lâmpadas de aquárioAs lâmpadas fluorescentes são constituídas por um tubo de vidro cheio de vapor de mercúrio a baixa pressão, e cujas nas extremidades estão colocados dois eletrôdos (espirais de tungsténio) revestidos de um substância emissora. A descarga eléctrica entre estes dois eletrôdos atravessa o vapor de mercúrio e da origem a energia luminosa cujo espectro se situa principalmente na zona dos ultravioletas. É através de uma camada de pó fluorescente que reveste o interior do tubo, que os ultravioletas são transformados em luz visível.

As lâmpadas germicidas de ultravioletas, vulgarmente utilizadas para a esterilizar a água do aquário, constituem a forma mais simples de aproveitar integralmente a emissão destas radiações; sem a interposição do pó fluorescente. Também nestas lâmpadas, o tubo é de quartzo em vez de vidro, já que este último tem a propriedade de filtrar os ultravioletas. Estas lâmpadas são muito utilizadas para a eliminação de bactérias e outros germes nocivos existente no aquário.

As primeiras lâmpadas fluorescentes que apareceram no mercado emitiam a maior parte das radiações entre os tons azul e verde, que são as que sensibilizam mais a visão humana. Estas lâmpadas passaram rapidamente a substituir as incandescentes por imitir “mais luz” com um consumo bastante inferior de electricidade; uma lâmpada fluorescente com 40 watts ilumina mais do que uma lâmpada incandescente da mesma potência.

Estas lâmpadas com predominância de radiações azuladas também não são as melhores para iluminar os aquários plantados. Estas radiações embora sejam também úteis para a fotossíntese, mas quando usadas em exclusivo produzem alteração no crescimento das plantas; as plantas ficam mais pequenas e com as folhas mais largas, em resumo anãs. Mas com os progressos da técnica foram sendo apurados vários pós fluorescentes, o que permitem obter os mais diversos espectros luminosos a partir das lâmpadas fluorescentes. Hoje em dia dispomos de lâmpadas fluorescentes que de uma forma; que tem as radiações mais apropriadas para a realização da fotossíntese especialmente dedicadas as plantas. As lâmpadas fluorescentes que contêm vapor de mercúrio a altas pressões são pouco utilizadas pelos aquariofilista amadores. São mais próprias para grandes instalações do tipo dos aquários públicos.

 

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Uma paixão que já dura desde da década de 80, mais precisamente em 1983, o ano da descoberta do mundo da aquariofilia com o meu primeiro aquário de 60 litros, neste momento posso dizer que tenho um conhecimento médio/alto. Bio-Peixe Grupo no Facebook ou Facebook