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Como montar um aquário Holandês da forma antiga

O aquário Holandês é realizado pensando nas necessidades das plantas, os peixes vão ter um papel menos importante.

Em jeito de introdução, vamos descrever as regras elementares que são necessárias para realizar um aquário holandês. A altura do aquário não poderá ultrapassar os 50 cm. Acima desta dimensão, porque a luz não é suficiente para penetrar até à base das plantas. (As lâmpadas fluorescentes de 40 W tem 1,20 m de comprimento, e o aquário devera ter mais ou menos 1,30 m de comprimento x 50 cm de altura x 45 cm de largura). Estas são as dimensões impostas aos principiantes para irem a concurso. Após ter mencionado esta particularidade, passamos à fase do arranjo do solo, tão importante para o futuro da plantação.

 A escolha da areia que deve ser de um grão médio e não lavada. Deve se evitar-se o uso de quartzo, cujos grãos apresentam arestas que deterioram as raízes. A areia dos rios serve perfeitamente, devido aos seus grãos serem arredondados, evitando assim a deterioração das raízes durante a fase da plantação e durante o seu crescimento. Uma granulação que vai permitir uma boa porosidade do solo para facilitar o desenvolvimento e manutenção de uma camada de bactérias aeróbias.

A filtragem com um filtro de fundo é estritamente proibida num aquário holandês, devido à desestabilização biológica ao nível do sol. A filtragem é feita exclusivamente por filtros exteriores. O débito, relativamente lento, é assegurado por um equipamento de 500 litros por hora. As massas filtrantes são exclusivamente constituídas por nylon. A água é lançada unicamente à superfície, num dos ângulos posteriores do aquário, para criar uma corrente esensialmente de superfície.

O fundo do aquário

Uma camada com cerca de 15 cm de areia molhada é colocada no fundo do aquário. Espalha-se de seguir, na superfície dessa camada, pedaços de turfa fervida, esmigalhada para poder a espalhar melhor, de forma regular e de alguns cm de altura. É importante que a turfa tenha sido fervida para assegurar a sua esterilização e humedecimento, evitando-se que ela flutua. Esta turfa não tem qualquer função do desenvolvimento das plantas, só serve como suporte e fixação das raízes. Deve por isso ser esmigalhada em pedaços. Alguns pedaços mais consistentes de turfa são postos de lado para serem utilizadas mais tarde como suporte para algumas plantas, como as Microsorium ou as Bolbytis que preferem enraizar-se nos troncos ou nas pedras, ao invés no cascalho).

Espalha se algum produto em pó enriquecido com sais minerais (ferro e cálcio, entro outros). A quantidade deste enriquecimento que se vais distribuir é mínima. Este enriquecimento tem um papel muito importante devido a sua propriedade de fixar os oligoelementos indispensáveis a nutrição das plantas. Estes iões provem dos sais minerais contidos na areia (dai a necessidade de um suporte para as trocas de iões. O enriquecimento não é absolutamente consumido pelas plantas e é por isso desnecessários efectuar a sua troca, mesmo após vários anos.

Areia, Turfa e Argila são misturadas de modo a obter-se uma distribuição homogénea dos elementos que constituira o solo definitivo do aquário. O solo vai váriar de espessura, com um desdivel. A espessura do solo vai variar de uma espessura cerca de 15 cm na parte de traz do aquário, a uma espessura menor, na frente.

A decoração do aquário Holandês

Estando o solo distribuído pelo fundo do aquário, colocam-se algumas rochas vulcânicas, utilizadas devido à sua neutralidade química (não utilizar pedras calcária). Esta massa de rocha deve ser a mais pequena possível, para possibilitar uma plantação mais densa. Algumas raízes devidamente tratadas são harmoniosamente distribuídas pelos espaços vagos. Alguns aquariofilistas experientes usam apenas raízes provenientes da Malásia e cuja origem geográfica garante, à partida, que estas não vão libertar produtos tóxicos ou colorir a água a longo do tempo. Uma camada de alguns cm de areia, mas agora devidamente lavada, é espalhada, por razões estéticas na superfície.

O enchimento do aquário

O enchimento não tem qualquer particularidade à sua qualidade. Mas é aconselhável uma água macia que não ultrapasse um pH de 7,5. (Pode-se usar a água de torneira, depois aplicando um bom acidificante para baixar o pH). A água será vertida cuidadosamente sobre um prato raso, colocado no fundo de modo a evitar qualquer perturbação do solo. Acrescenta-se então um produto como o Tetra FloraPride como exemplo. A junção destes produtos vai permitir às plantas produzir clorofila durante todo o seu crescimento. Este procedimento se refere ao abastecimento de ferro bivalente quedado às plantas. Deve-mos tomar cuidado com as doses e com a frequência que administramos estes produtos, pois da mesma forma que a falta de ferro enfraquece as plantas, o excesso também é prejudicial.

Deveremos utilizar no aquário Holandês, um termostato e uma a duas resistências e reguladas para manter uma temperatura de 25 ou 26 grau. Não é necessário utilidade uma pedra difusor de ar dos aquário holandês. As plantas produzem o oxigénio suficiente para a sobrevivência dos peixes, durante o dia. Durante a noite, é o período o qual libertam o dióxido de carbono, o fluxo de água que sai do filtro exterior é suficiente para que os peixes não sofram de asfixia. Basta observar a saúde dos peixes de um aquário holandês para ficarmos convencidos da eficiência do sistema.

Um dos vários pontos essenciais da manutenção e o equilíbrio do aquário Holandês é uma mudança de 1/3 de água uma vez por semana. A cada mudança parcial de água deve-se evitar agitar o fundo, provocada pela introdução da nova água. É suficiente colocar a palma da mão aberta sob a água despejada. De 5 em 5 semanas, efectua-se uma mudança parcial de água de 50 % do volume total.

Pode-mos utilizar a água da torneira desde que tenha o seu valore de pH for inferiores a 7,5. A cada mudança deverá utilizar um produto, por exemplo o Tetra FloraPride. Na realidade, a absorvação do ferro pelas plantas é mais importante, quantas mais plantas tiver o aquário Holandês. Uma carência em ferro é facilmente observado pelo um amarelecimento das folhas e uma diminuição no crescimento das plantas, que é dado o nome de Clorose.

O CO2

É importante dizer que as plantas absorvem para o seu metabolismo, o dióxido carbono dissolvido na água, sendo esta assimilação feita sobre o efeito da luz. Quanto mais baixo for o valor do pH, maior será a quantidade de dióxido de carbono (CO2) dissolvido sobre a forma de ácido carbónico (CO3H2). O que explica a necessidade de verificar frequentemente o valor do pH, por isso a necessidade de utilizar uma água com pH abaixo dos 7,5. Acima deste valor, não há praticamente nenhum CO2 dissolvido e as plantas acabam por morrer. (É muito importante não colocar do aquário Holandês componentes alcalificantes como areia de praia, conchas marinhas ou corais, etc., pois, caso contrário, a injecção de CO2 será inútil). A injecção regular de gás carbónico em pequenas quantidades no aquário Holandês pode ser útil e beneficia bastente o crescimento das plantas. Os peixes não sofrem com o seu aumento, dado que é rapidamente assimilado, e as plantas libertam oxigénio suficiente e indispensável à respiração dos animais.

A localização das plantas

É preciso insistir no facto que a plantação não deverá ser feita ao acaso, deverá ser cuidadosamente seleccionada em função do espaço e local que vai ocupar no nosso aquário Holandês, deveremos tendo em conta as várias particularidades de origem botânica das plantas adultas. Com efeito, os aquaristas experientes fazem da mesma forma que os jardineiros paisagistas, antevendo os efeitos estéticos a longo prazo. As plantas serão assim cuidadosamente escolhidas quanto às espécies e quanto ao número, em função das suas formas, das cores, e do seu tamanho final que vão ter, de modo a obter após alguns meses, uma perfeita harmonia entre todas as plantas que escolhemos. Os aquaristas ficam muitas as vezes impacientes e o seu desejo é obter um resultado estético imediato. Escolhem frequentemente plantas demasiado desenvolvidas, rejeitando as plantas jovens que são as únicas que os aquaristas experientes utilizem para fazer um aquário holandês esta escolhe devido à sua facilidade de adaptação no aquário, evitam assim de obter aquários bem plantados nos primeiros dias e que depois de algum tempo se transformam, em verdadeiros desertos.

É importante considera-mos a velocidade do seu crescimento e na altura que vão atingir as espécies de plantas que escolhemos de modo a que as plantas fiquem bem repartidas, formando um tapete à frente, subindo progressivamente até à parte posterior do aquário e nas laterais. Para fazer sobressair a decoração vegetal, a parte posterior do aquário pode ser pintado do exterior com uma cor sombria (preto ou verde escuro). Pode também se utilizar, para decorar o fundo do aquário e os lados, Musgo de Bogor ou Musgo-de-Java (Vesicularia Dubyana).

Esta será fixada sobre uma resina verde que é frequentemente usada em jardinagem, e que será recortada segundo as dimensões pretendidas (pode ser substituída por algumas pedras ou troncos que foram previamente tratados). Assim, o crescimento deste musgo, que habitualmente alastrante ficará disciplinado e bastará desbastá-lo com uma tesoura para evitar uma qualquer proliferação incomodativa. Para além, pode-se retirar em qualquer momento o musgo exendente quando atingir proporções demasiado grande para o local ou quando formos mudar a sua localização.

Estas placas forrada de musgo podem ser colocadas na vertical ou na horizontal, dependendo do efeito que desejamos. É absolutamente contra-indicado colocar no aquário placas de polistireno expandido (esferovite), devido à formação de espaços em que a água não circula, entre as placas e os vidros, o que vai contribuir para a criação de zonas mortas e consequente putrefacção, originando graves desequilíbrios para as plantas e para os peixes.

A plantação deve sempre começar pelas plantas solitárias (plantas de maior porte, que vao ser plantadas isoladas, como as Aponogeton e como algumas Echinodorus) que ocuparão, com um exemplar apenas, um pé é suficiente para que o efeito decorativo seja visivel logo que atinjam o máximo do seu crescimento. Isto é válido para as Amazónias e as Nuphars, como exemplo. Estas plantas solitárias ocuparão sempre um dos pontos de intersecção dos sectores, definidos assim uma forma de evitaro as simetrias de formas e cores.

Após a fixação das plantas solitárias, é necessário colocar as outras plantas em maciços (plantas que são consideradas de grupo, como as Limnophila,as Hygrophila e as Sagittaria), espaçando os pés segundo o diâmetro que atingirá o topo das folhas superiores na planta adulta. Assim, as Valisnérias que se desenvolvem em altura e de forma estreita, serão muito comprimidas enquanto, que as Cryptocoryne, Lobélia cardinalis e Heteranthera são mais espaçadas entre elas. Esta plantação em maciços deverá ser feita a partir do centro para os lados, e da frente para a parte de traz do aquário Holandês.

Toda a plantação é feita à mão, utilizando como guia, durante a plantação, o polegar esticado que permitirá deste modo enterrar todas raízes no solo o mais verticalmente possível e sem a formação de novelos. As raízes não deverão ser cortadas como é frequantamente aconselhado em muitos livros, devemos so retirar as pontas das raízes que estão apodrecidas ou estragadas.

(Alguns aquariofilistas aconselham, erradamente, cortar as raízes velhas antes de a plantar, pelo motivo de que a planta irá formar facilmente novas raízes). Deve evitar-se plantar, ao lado de outras plantas com formas ou de cores muito semelhantes. As plantas com a tonalidade castanhas ou vermelhas são de uso limitado devido à forte tendência em se usar estas cores em razão da sua raridade.

A manutenção

Os cuidados que deveremos ter com todas as plantas aos longos dos meses e dos anos de funcionamento do aquário holandês devem ser frequentes. Em média, estes cuidados serão de 2 a 4 horas por semana dependendo da quantidade de plantas que tiver o aquário Holandês. Estes cuidados consistem especialmente, em cortar o tamanho da planta que cresse-o demasiado e efectuar a transplantação, sempre que for necessário.

Logo que o crescimento se torne excessivamente importante e que prejudique a tão pretendida estética, as plantas deverão ser podadas. Este trabalho será de ser mais frequente consoante que a planta, que esta se próxima do vidro da frente. Existe uma maior tolerância com as plantas laterais, que se admite que algumas podem vir atingir a superfície sem a invadirem excessivamente.

Sempre que uma variedade de planta não se adapta ao aquário, e isto após várias tentativas, é melhor não se debruçar mais sobre a sua escolha. A experiência mostra-nos que o falhanço será sempre reincidente. Desta forma cair por terra, a falsa ideia de que todas as plantas ditas “aquáticas” desenvolvem-se perfeitamente em aquário, mesmo os aquariofilistas com experiencia admitem, sem esconder, que também tem insucessos.

Os peixes

Para além da abundância vegetal, imagina-se que se fala sempre do aquário holandês que este não tem praticamente peixes. É apenas um mito. Evidentemente que não se pode introduzir nestes jardins aquáticos animais fitófagos (peixes roedores de plantas) ou peixes que tem a tendência de escavar o solo. No entanto, a presença destes animais é indispensável, não apenas pela estética mas também pelo equilíbrio biológico, sobretudo em relação ao ciclo do azoto (nitrogénio) que, a pare com o ciclo do gás carbónico, são tão necessário para as plantas. As substâncias azotadas (amónia, nitrito e nitrato) são fornecidas em grande parte pelos dejectos dos peixes, nesta forma natural é que as plantas são fertilizadas e ao mesmo tempo servindo de substrato às bactérias.

As espécies e o número de peixes introduzidos são devidamente calculados para associar a estética às necessidades biológicas. Encontram-se frequentemente, neste aquário Holandês, Platys e Mollys pretas, devido que pasam muito tempo a se alimentarem de algas microscópicas, sem tocarem nas plantas. Geralmente a preferência recai frequentemente nos Caracídeos que tem um comportamento perfeitamente indiferente e nos peixes de fundo desque não sejam escavadores, como os Corydoras, que asseguram uma limpeza eficaz da alimentação que cai no fundo.

No entanto, é necessário limitar o número de peixes, sobretudo por não ser necessário usar pedra difusora de ar. Esse número é estimado com o maior rigor e permanecerá invariável durante o tempo de vida útil do aquário. Devemos repartir cuidadosamente os peixes do fundo, e os do meio da água ou da superfície.

Assim, por exemplo para um aquário aproximadamente de 300 litros propõe as seguintes espécies:

6 – Carnegiella strigata

10 – Barbus titeya

6 – Hyphessobrycon ornatus

8 – Microlepts Interruptus

6 – Corydoras

(É lógico que existem outras opções para todos os gostos, este exemplo apenas vai deixar claro que a escolha deverá ser por um pequeno número de peixes pacíficos e que irão “respeitar” as suas plantas).

As algas não constituem um grande problema. Não devemos entrar em pânico se elas surgirem no aquário, pode tratar-se de um problema passageiro, que vai desaparecer naturalmente. Poder-se limitar a proliferação de algas, reduzindo o tempo de iluminação do aquário. De qualquer forma, os aquariofilistas experientes rejeitam a utilização de produtos disponíveis nas lojas para combater as algas, devido às complicações que estes produtos podem originar nas plantas do aquário. Existe um número incalculável de algas que podem surgir no aquário.

A sua identificação botânica é difícil e os aquariofilista experientes, com o seu carácter prático, preferem reconhecê-las e denominá-las em função de caracteres comuns. É pois, é deste modo, que os aquariofilistas sabem do que estão a falar ao utilizar estes termos tais como “algas-cabelo”, “algas-algodão”, (os Cascudinhos e os Algae-eaters são bem vindos!).

Recomendação

Em relação à questão de como eliminar os caracóis? A resposta adequada é que eles podem permanecer no aquário, desde que não se transformem em uma praga. Se queremos evitar a sua introdução, as plantas deverão ser submersas numa solução de alúmen antes da sua plantação. (uma colher de café por um litro de água, durante 5 minutos a uma temperatura que seja inferior a 42 graus). Também existem produtos prontos que são chamados de caramujicidas, que devem ser usados extritamente fora do aquário, nas plantas a serem introduzidas, porém não vemos, necessidade de se usar produtos desse tipo.

A iluminação

A potência e a natureza da iluminação são factores dos quais vão depender a fotossíntese e a assimilação energética das folhas. A escolha das marcas, potência e o número de tubos fluorescentes que são, por vezes, factores de discussão entre nós, não constitui qualquer problema para os aquaristas experientes da Holanda. A Holanda é o país onde reina o império industrial PHILIPS e, como é evidente, que os produtos desta marca são utilizados. A sua escolha tem uma razão de ser e os argumentos utilizados para explicar esta escolha, são por demais evidentes.

Não devemos esquecer que a iluminação deverá ser adequada ao aquário. Se a intensidade da luz fornecida as plantas for excessiva pode transformar-se perigoso para as plantas, fazendo creser as algas, e aumentando de tal modo o metabolismo das plantas que o CO2 dissolvido tem a tendência a desaparecer por exesso de consumo, o que causa um défice nutritivo, um aumento significativo do pH (descalcificação biogénica), responsável pela precipitação do cálcio nas plantas e pelo aparecimento de algas filamentosas e muita asfixiantes para as plantas.

O velho provérbio que consiste na afirmação que “quanto mais potente for a iluminação, maior será o crescimento das plantas”, assim cai em descrédito. Seria verdade se utilizássemos grandes quantidades de gás carbónico para compensar o seu exagerado consumo. Mas, nestas condições, os peixes vão sofrer rapidamente de asfixia!

A regularização do tipo de iluminação é importante e os holandeses não hesitam em envelhecer os tubos fluorescentes antes de os utilizarem nos aquários, de modo a ter uma iluminação constante com o decorrer do tempo. E deste modo tamban é importante, para evitar a agressividade das novas lâmpadas, que se substituam os tubos que estão usados por outros que tenham sido colocados em uso durante algumas semanas, desta forma se vão evitar alguns problemas. (As lâmpadas fluorescentes emitem um excesso de ultravioleta nos primeiros dias de uso).

O número de tubos utilizados dependerá, não da altura do aquário que é constante de 50 cm, como já vimos, mas na sua largura devemos utilizar cerca de um tubo por cada 25 cm. De qualquer modo é preferível utilizar um grande número de tubos previamente usados de que um pequeno número de tubos novos. É preciso insistir que não se deve colocar uma tampa de vidro entre os tubos de iluminação e a superfície da água. A espessura do vidro, por mais fina que seja, reduz de forma considerável a luminosidade.

A duração quotidiana da iluminação é um dos factores mais importantes. Será reduzida de 2 a 3 horas, no Verão, em função da adaptação das plantas aos ritmos biológicos sazonais mesmo que o aquário se situe numa peça obscura da casa. Cada tubo é controlado individualmente por um relógio de forma a obter um acender e uma extinção progressivos das lâmpadas, próximo das condições naturais.

Um relógio por cada tubo é a regra fundamental dos aquariofilistas experientes. É importante saber que as plantas habituam-se às suas condições habituais de iluminação e que nunca deve-mos alterar a iluminação de uma só vez. Um programa deverá ser estabelecido para a substituição, e para a rodagem dos tubos.

Em situações particulares, nomeadamente em aquários com altura superior aos 50 cm que é regulamentar, torna-se essencial dispor de um luxímetro (fotómetro) que permitirá calcular, com a precisão desejada, o número e o tipo de tubos necessários para que a intensidade luminosa seja de aproximadamente 300 lúmenes ao nivel do solo.

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Uma paixão que já dura desde da década de 80, mais precisamente em 1983, o ano da descoberta do mundo da aquariofilia com o meu primeiro aquário de 60 litros, neste momento posso dizer que tenho um conhecimento médio/alto. Bio-Peixe Grupo no Facebook ou Facebook